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março 19, 2017
Entrevista: Andrea Killmore
Olá pessoal, tudo bem?
Hoje, dou continuidade a semana especial de divulgação do livro Bom Dia Verônica, onde vamos conhecer um pouco mais sobre a misteriosa autora.
Desde o momento em que Bom Dia, Verônica foi revelado, muitos se perguntaram quem é Andrea Killmore, a mulher que demonstrou um imenso talento para prender os leitores do começo ao fim em sua impressionante obra. Protegida sob um pseudônimo depois de sofrer uma grande perda pessoal, ela se entregou à literatura e foi recebida de braços abertos pelos darksiders.
“TUDO É VERDADEIRO DENTRO DE MIM.
TUDO É FICÇÃO FORA DE MIM.”
A Caveirinha recebeu inúmeras perguntas de parceiros, livreiros e leitores sedentos por mais informações sobre a autora e ela dedicou algum tempo para responder a todos com muito carinho, agradecendo principalmente a quem mergulhou de cabeça com ela e com a Verônica.
Andrea Killmore é claramente um pseudônimo. Por que você se esconde atrás de um personagem fictício?
R. Eu não me escondo; me protejo.
O que aconteceu com você para que hoje precise viver no anonimato?
R. Se eu contar, o anonimato acaba. Na época, foi público e notório. E foi suficiente para que essa decisão fosse tomada. Esta é a minha chance de começar de novo, do zero, como uma página em branco. E eu a agarrei com todas as forças.
Por que você decidiu escrever essa história? Qual a função da literatura na sua vida hoje?
R. Sou uma pessoa muito fechada e vivo sozinha. Minhas companhias são as leituras, os filmes e as séries. Evito ficar na internet. Escrever veio de forma natural, começou como passatempo. Hoje em dia, é libertador. A literatura permite que eu decida o final da história, o que já faz toda a diferença. Além disso, me ajuda a refletir sobre as escolhas que fiz na vida. Só quem não viveu o pior julga rápido demais.
A protagonista Verônica é uma mulher. O que vocês têm em comum? Ela seria seu alter ego?
R. Temos muito em comum, mas somos muitas mulheres representadas em Verônica. Mulheres batalhadoras, de carne e osso, precisando se equilibrar entre a luta diária para vencer na vida e os quilinhos a mais na balança. Verônica sou eu, mas também é uma parte de todas as mulheres que conheço. Cada uma que se encontre ali, no melhor e no pior.
Você pode nos contar o que tem de verdadeiro na história?
R. Tudo é verdadeiro dentro de mim. Tudo é ficção fora de mim. Por enquanto, essa resposta deve bastar.
O que você pretende transformando em livro uma história que pode colocar sua vida em risco?
R. Aprendi a viver com o risco, escrevendo ou não. O risco nunca vai passar, ele existe de qualquer maneira. Escrever me resgata do sofrimento; enfrentar o medo me fortalece. A ideia de Bom Dia, Verônica sempre esteve comigo. A claustrofobia da Caixa, o modus operandi do serial killer, os dramas de mulheres como Marta e Janete... Eu as invento, e assim me reinvento a cada passo delas.
Como você chegou até a editora DarkSide Books e como os convenceu a editar seu livro?
R. Ganhei um livro da DarkSide de um dos raros amigos com quem mantenho contato e me apaixonei pela editora. Escrevi Bom dia, Verônica em dez meses e precisei de mais um tempo para ter certeza de que queria mesmo que o livro chegasse ao mundo. Eu precisava me manter em segredo e sabia que muitas casas editoriais não poderiam me oferecer o anonimato. A maioria das editoras trabalha com o marketing ostensivo da imagem do autor, essa é a verdade.
Decidi arriscar. Pedi que meu advogado enviasse um e-mail a DarkSide com o arquivo de Word em anexo e explicasse minha situação. Meses depois, eles retornaram com um “sim”. Vieram com poucas perguntas e muitas respostas, o que é melhor do que o contrário, e aceitaram minhas limitações. Segundo meu advogado, o único que mantém contato direto com eles, meus editores são meninos discretos e eficientes, apaixonados pela história de Bom Dia, Verônica. Eles colocaram meu livro nas mãos de pessoas como Glória Perez, Ilana Casoy e Paulo Lins. Como vocês devem imaginar, estou bem feliz.
Quais são suas maiores influências?
R. Atualmente, passo boa parte do meu dia assistindo a seriados policiais. Adorei True Detective, The Fall, Hannibal e Breaking Bad. Já era fã de todos os Law and Order e dos antigos e famosos detetives da TV, como o Columbo e Kojak. Leio muitos autores de mistério também. Adoro Gillian Flynn, Agatha Christie, Allan Poe, os livros do Michael Connelly, do Jeffery Deaver, que escreveu O Colecionador de Ossos, e do Thomas Harris, criador do Hannibal Lecter... No Brasil, adoro o Rubem Fonseca. Bebo muito da ficção, mas minha maior influência é a vida real.
Quem você gostaria de ter prendido e não prendeu?
R. Eu adoraria ter trabalhado com as equipes policiais da Lava Jato. As primeiras, que descobriram o fio da meada.
Do que você se arrepende?
R. São tantas coisas que não caberiam em um só livro. Mas a mágoa é a marcha-ré da vida, então...
Por que você escolheu um pseudônimo americano?
R. Porque o pseudônimo já diz tudo. É um prenome masculino e feminino, mostrando os dois lados de todos nós, e um sobrenome que diz a que veio. Simples assim.
Bom Dia, Verônica acaba, mas não termina. E você, vai continuar?
R. Já tenho tudo na minha cabeça. É só a DarkSide me chamar!
Quando você escreve um capitulo cruel como tantos nesse livro, isso não te deprime?
R. Na ficção tudo é permitido e na literatura o mal e o bem não existem. Existem boas ou más histórias, só isso.
O que você responderia para quem te acusa de estar fazendo uma jogada de marketing se escondendo?
R. Eu ofereceria um passeio pelo meu passado, se isso fosse possível.
Nossa, essa entrevista só nos deixa mais curiosas para conhecer um pouco mais da autora e sua obra, não? Aguardem próximo post!!!
Até a lá!
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novembro 15, 2015
Entrevista Premiada: Mauricio Gomyde
Olá pessoal, tudo bem?
Hoje, eu trago uma postagem muito especial. Mais uma entrevista premiada e o autor dessa vez, foi ninguém menos que o queridíssimo Maurício Gomyde, nosso parceiro, que muito gentilmente atendeu ao pedido da entrevista. E para completar, cedeu um exemplar autografado de um de seus livros para sorteio!!!! Confiram:
1. Quem é o Maurício Gomyde, por ele mesmo?
R: Hum, acho que sou alguém que gosta de contar e cantar histórias que me motivam, que podem dizer alguma coisa a mim e a meus leitores. De resto, sou só um cara normal, que tem muitos defeitos, muitos sonhos, algumas qualidades e momentos de felicidade, tristeza, alegria, raiva. No fim das contas, canalizo tudo isso para os livros.
2. Quando você decidiu que queria escrever? (Algum fato que o motivou?)
R: Acho que essa “decisão”, pelo menos no meu caso, foi construída aos poucos. Sempre gostei de contar histórias, especialmente faladas. Desde a infância, nas festas de família, a parentada parava tudo, fazia uma roda e me mandava contar minhas piadas. Eu tinha um repertório imenso... rsrsrs. Acho que essa coisa oral se transferiu para o papel de forma natural. Quando vi, eu estava escrevendo pequenos textos. Depois, virei compositor e daí para os livros foi sem grandes traumas... rs.
3. Entre seus personagens, tem algum com o qual você se identifica? (Tem algum preferido?)
R: Ah, essa é uma pergunta que sempre me deixa em maus lençóis. Porque eu acho que, quando eu morrer, vou encontrar todos os meus personagens no céu dos personagens e então como é que vou explicar aos outros a preferência por um? rsrs Identifico-me verdadeiramente com todos, mas se eu preciso citar um é o Tomas Ventura, do “O rosto que precede o sonho”. Ele é músico, como eu. E mora na minha cidade. Temos muitas coisas em comum.
4. Você se inspirou em alguém para criar os personagens de Surpreendente!?
R: Tenho um amigo, o César, que tem a mesma degeneração do Pedro. Ele foi minha fonte de consulta em momentos em que precisei entender os sentimentos do Pedro. E tem também a Mayla, que foi inspirada em uma leitora de Alagoas, a Bruna Mayla, que ganhou um sorteio para ser personagem.
5. Sua obra aborda diversos temas e todos são repletos de romance, emoções e significados, mas para ler, qual gênero você prefere?
R: Gosto muito de ler romances românticos e dramas, assim como os que escrevo. É um universo com o qual me identifico verdadeiramente.
6. Você tem alguma mania ou ritual que faz na hora de escrever?
R: A única coisa que faço sempre, a ponto de ser considerado um ritual, é escrever com o fone no ouvido, escutando canções que, supostamente, são trilha sonora do livro. Acho bacana, é inspirador, eu entro na cena de forma mais completa.
7. O que é mais difícil na vida de um escritor?
R: Acho que ter o desprendimento para, em determinados momentos do dia, se afastar completamente da vida real e dos problemas dela, para entrar de cabeça naquele universo criado. Quando a gente tem mil outras coisas (como é meu caso, pois tenho trabalho, banda, família, etc.), o momento de escrita deve ser de isolamento emocional. E muitas vezes a gente não consegue.
8. Surpreendente! Está sendo um grande sucesso de crítica e público que eu ainda não li, como se sente com a receptividade das pessoas que leram, além desse, seus livros?
R: Sou muito grato à Editora Intrínseca pelo belíssimo trabalho editorial que fez e pela exposição nas livrarias. A resposta do público tem sido a melhor possível, o livro é muito bem avaliado e recebo inúmeras mensagens sobre as impressões que as pessoas têm do que leram. É uma satisfação enorme, pois fica a sensação do dever cumprido. Isso aconteceu com os livros anteriores também, então a força para continuar é redobrada.
9. Pense rápido:
· Autor nacional: Tenho muitos amigos, então melhor dizer Maurício Gomyde... rs.
· Um livro: Surpreendente!
· Uma música: Sete Cidades, Legião Urbana
· Um filme: Antes do Amanhecer
· Uma frase: Não faça aos outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você.
10. Conte-nos seus projetos e lançamentos futuros.
R: Estou escrevendo já o novo livro, mas não sei quando nem como será lançado. Espero que seja em 2016 ou, no máximo, 2017. Assinei contrato com duas editoras da Europa (Garzanti – Itália; Presença – Portugal) e o Surpreendente! sairá em 2016 por lá. Esses são os projetos em andamento.
Bônus: Deixe uma mensagem para os leitores, que assim como eu, são apaixonados por suas histórias.
Quero apenas agradecer a tantos leitores e amigos, assim como você, que acreditam na literatura nacional e apoiam os autores. Cada vez temos visto mais novos e bons escritores se destacando, além das editoras e livrarias apostando. Acho que é um bom momento para a nova literatura brasileira e espero que vocês continuem de mãos dadas com os autores nacionais.
Ai gente, o Maurício Gomyde não é um fofo? Adorei as respostas e fiquei muito feliz em conhecê-lo um pouco mais, saber que ele é essa pessoa simples e incrível que nos encanta através das palavras...
Agora, vamos ao sorteio?
Regras:
- Preencher corretamente todas as entradas do Rafflecopter;
- Ter endereço de entrega no Brasil;
- Comentários sem conteúdo como "gostei", "participando", etc. serão desclassificados;
- Ao fim da promoção apenas 01 ganhador será contemplado;
- O ganhador terá o prazo de 2 dias (48 horas) para responder ao e-mail que lhe será enviado. Caso não o faça, um novo ganhador será sorteado;
- O prêmio será enviado em um prazo de 45 dias a partir da data de resposta do e-mail enviado;
- O blog não se responsabiliza por extravio ou atraso na entrega dos Correios, bem como por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador;
- Na entrada "Visite no Facebook" é necessário curtir a página para poder validar a participação.
A promoção é válida de 15/11 a 30/11, tendo seu ganhador anunciado no dia 01/12 na fanpage do blog e nessa postagem.
O envio do prêmio é de responsabilidade do autor.
Leia aqui a resenha de A Máquina de Contar Histórias.
Leia aqui a resenha de A Máquina de Contar Histórias.
Boa sorte!
Para finalizar, quero agradecer imensamente ao Maurício Gomyde, por sua disponibilidade em atender meu pedido de entrevista, por ceder um exemplar para sorteio, mas principalmente, por sua atenção e carinho com leitores e parceiros, pois poder ter esse contato com a pessoa que escreve os livros que a gente ama é insofismável. Que o sucesso de seu trabalho se reflita em sua vida sempre. Obrigada!
Até a próxima!
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maio 15, 2015
Entrevista premiada com Carolina Matsuo
Olá pessoal,
A autora Carolina Matsuo, nossa superparceira aqui no Território nº 6, nos concedeu uma entrevista e de quebra, está presentando um sortudo ou sortuda com um exemplar autografado de O Sumiço de Beatriz, livro que eu já resenhei aqui no blog e que você pode conferir a resenha aqui.
A Carolina, foi muito atenciosa em suas respostas, e para quem já conferiu a resenha do livro ou leu e ficou curioso para saber mais sobre a autora, segue a entrevista:
1 - Quem é Carolina Matsuo, por ela mesma?
Eu não sou uma pessoa esotérica e nem acompanho tais previsões, mas algumas pessoas já me falaram que eu tenho certas características do meu signo (virginiana). Eu sou uma pessoa bastante persistente e perfeccionista, acredito que por minha formação, aprendi a ser bastante objetiva e crítica. Gosto muito de tecnologia, aerovanes inovadoras, animais e assuntos relacionados a agricultura e meio ambiente.
2 - Quando você decidiu que queria escrever? (Algum fato que a motivou?)
A ideia surgiu depois que eu percebi que muitas pessoas, amigos, colegas e familiares me disseram que não gostavam de ler, ou porque não tinham paciência, tempo, ou porque as histórias que liam não as deixavam interessadas o bastante para continuar lendo. Eu fiquei um tempo pensando sobre isso, pois aquelas pessoas talvez nunca sentiram ou raramente tiveram a sensação de quando se lê um livro. A sua mente se abre, você mergulha em um outro universo, imagina fisicamente os personagens, “vê” as situações tão de perto que é como se fizesse parte da história, mas muitas pessoas não conseguiam ter isso, e eu queria fazer alguma coisa a respeito.
Escrevi O Sumiço de Beatriz com o intuito de estimular a leitura dos jovens adultos e adultos, misturando várias situações, algumas delas inusitadas, encontrando um toque de humor, reflexões, suspense, ação e mistério. Além disso, há momentos que nos faz pensar sobre alguns valores, ética e moral representados por alguns personagens.
3 - O estilo que você escreve é mesmo que escolhe para ler?
Sim. Eu adoro livros de ficção que tem uma ponta de realidade, ou que te deixa um tempo pensando se aquilo poderia ter sido real. Mas eu também leio biografias (não todas), romance policial, romance, etc.
4 - Como se sente com a receptividade das pessoas que leram o livro?
É muito gratificante receber feed-backs dos leitores. Saber que se interessaram pela trama, compraram o exemplar físico ou o ebook e leram até o fim, principalmente porque eu sei que a trama que eu escrevi é um pouco diferente do que se tem no mercado. Não é uma saga, não faz parte de uma trilogia, não é um livro fantástico e nem um romance hot. Eu fiz uma mistura de gêneros que fica difícil de definir o que é. Já vi leitores classificarem como romance policial, outros como ficção científica, outros como ficção de suspense, etc.
5 - Você se inspirou em alguém para criar os personagens (Beatriz e Tomaz)?
Todos os personagens são inspirados em pessoas do nosso cotidiano, a maneira como falam, como se comportam, se vestem, os definem. São parecidos conosco, não só fisicamente, mas também pelo interior. Por exemplo, um dos protagonistas, Tomaz, larga tudo para procurar Beatriz e saber o que realmente está acontecendo. Acredito que muitas pessoas tem medo/receio de fazer algo ou de dizer algo para alguém. Não sabem o que podem encontrar, desistem ou não fazem nada, mas aquelas que seguem em frente já são vitoriosas por conseguirem quebrar essa barreira.
6 - Quais os avatares que pensa quando descreve eles?
Criar avatares ou fazer associação com pessoas conhecidas, não é uma coisa que eu gosto muito de fazer porque acho que isso limita a imaginação do leitor. Mas como sei que muitas pessoas gostam de ter uma ideia de como seriam os personagens, direi apenas uma representação da relação personagem - ator somente de alguns personagens, ao meu ver, mas gostaria que as pessoas não se limitassem a isso.
- Christian - Colin Farrell;
- André - Edward Norton;
- Tomaz - Paulo Rocha;
- Luciana - Anna Faris
7 - Qual escritor considera de leitura obrigatória?
Não acredito que exista um escritor de leitura obrigatória. Acredito que as pessoas devem se sentir incentivadas a ler aquilo que gosta. Procurando saber sobre a história e encontrar o que acha melhor para ela. Quando se sente na obrigação, as vezes se torna um coisa chata, desestimulante, porque nem sempre aquilo que eu gosto/quero ler é o que a pessoa quer ler. Muitas pessoas que estão no colégio são obrigados a ler livros que não gostam. Isso é muito desmotivante e alguns deles param de ler pela experiência que tem no colégio.
8 - Pense rápido:
- Autor nacional: Marcos Rey
- Um livro: Muito difícil porque cada livro tem a sua peculiaridade.
- Uma música: Para cada momento tem uma.
- Um filme: Assim como a música, para cada momento e época tem um. Tem muitos filmes bons e de gêneros diferentes.
- Uma frase: "Que os nosso esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos que as grandes proezas da historia foram conquistas daquilo que parecia impossivel." (Chaplin)
9 - Conte-nos seus projetos e lançamentos.
Estou pensando em escrever uma história de outro gênero. Ainda não está no papel.
10 - Qual mensagem ou conselho você dá para quem quer se aventurar nesse mundo da literatura?
Nada é feito de um dia para o outro. Quem pretende escrever um livro, tenha bastante paciência e seja perseverante. Para os leitores, desejo que “O Sumiço de Beatriz” deixe-os incentivados a ler cada vez mais, e para aqueles que ainda não tem esse hábito, então que esse seja o começo!
E agora vamos a promoção \o/ \o/ \o/
O Território nº 6 em parceria com a autora Carolina Matsuo sorteiam um exemplar autografado de O Sumiço de Beatriz. Para participar é bem fácil:
- Preencher corretamente todas as entrada obrigatórias do Rafflecopter;
- Ter endereço de entrega no Brasil;
- Comentários sem conteúdo como "gostei", "participando", etc. serão desclassificados;
- Ao fim da promoção apenas 01 ganhador será contemplado;
- O ganhador terá o prazo de 2 dias (48 horas) para responder ao e-mail que lhe será enviado. Caso não o faça, um novo ganhador será sorteado;
- O prêmio será enviado em um prazo de 30 dias a partir da data de resposta do e-mail enviado;
- O blog não se responsabiliza por extravio ou atraso na entrega dos Correios, bem como por entrega não efetuada por motivos de endereço incorreto, fornecido pelo próprio ganhador;
A promoção é válida de 15/05 a 31/05, tendo seu ganhador anunciado dia 01/06 na fanpage do blog;
O envio do prêmio ficará a cargo da Carolina Matsuo.
Não deixem de participar e que a sorte esteja sempre com vocês!!!
Até a próxima!!!
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